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sábado, 17 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Orchestra Baobab
Formada no início da década de 70, em Dakar - Senegal, com músicos de várias partes da África, a Orchestra Baobab se firmou como uma das bandas mais populares do continente. Fazendo uma mistura do som típico do oeste africano com a música Afro-Cubana-Caribenha a banda gravou 15 álbuns em 17 anos de existência, e chegou a encerrar suas atividades no ano de 1987.Em 2001 o selo inglês World Circuit relançou Pirate's Choice, gravado originalmente em 1982, em gravação remasterizada e com faixas bônus, o que despertou novamente o interesse pela banda, agora nos Estados Unidos e Europa. Tal interesse animou os integrantes da banda, que nesse mesmo ano voltaram a se apresentar. Made in Dakar é seu mais recente álbum, que mesca sucessos desses 20 anos de banda, com novas músicas.
Orchestra Baobab - Made in Dakar [2007]
1. Papa Ndiaye
2. Nijaay
3. Beni Baraale
4. Ami Kita Bay
5. Cabral
6. Sibam
7. Aline
8. Ndéleng Ndéleng
9. Jirim
10. Bikowa
11. Colette
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Yes, nós temos Afrobeat!

A gente gosta da música da Africa, da Jamaica, do Brasil... O som do terceiro mundo é foda. Coisas como afrobeat, dub, reggae, funk e jazz etíope, por exemplo. Gostamos também de rock..n..roll, coisas antigas de rock progressivo e psicodélico, como King Crimson, Pink floyd, Santana. E tem umas coisas contemporâneas também, como The Mars Volta e umas bandas de afrobeat dos Estados Unidos, Antibalas, The Budos Band e Nomo
Duvido que você consiga se manter parado ao ouvir o som do quinteto paraibano Burro Morto! Só se for por estar hipnotizado com o som dos caras.
Eles são um dos frutos mais novos de uma cena instrumental brasileira que vem dando o que falar, e já tem representantes de destaque, como: Hurtmold, Retrofoguetes, Macaco Bong, Pata de Elefante, Eu Serei a Hiena, Fóssil, Perdeu a Língua. Agora chegou a vez desses caras também mostrarem o seu valor!
O grupo é formado por Haley ‘King Si
ze Paper’ no microkorg e escaleta, ‘Big’ Daniel Jesi no contrabaixo, Nacho Gonçalves na percussão, Ruy José na bateria e Léo Marinho na guitarra.
É impossível ouvir o som dos caras e não lembrar de clássicos como Fela Kuti e Tony Allen, talvez seja esse o fato de dentre toda essa galera nova eles serem os meus preferidos!
A notícia boa, pra quem é de Aracaju como eu, é que os caras vão estar tocando aqui, segunda-feira que vem (dia 14/12), participando da Tour Nordeste Fora do Eixo, que ainda vai contar com Macaco Bong [MT], Porcas e Borboletas [MG] e Plástico Lunar. O som rola a partir das 21h na Rua da Cultura, e o melhor: é grátis!
Burro Morto - Varadouro [ep]

quinta-feira, 23 de abril de 2009
DJ Tudo e a sua Garrafada!

DJ TUDO é uma das variantes artísticas de Alfredo Bello, músico, pesquisador de cultura tradicional e contemporânea, que mergulha fundo nas atividades ligadas à música desde 1991, tocando com uma infinidade de artistas renomados em nosso cancioneiro popular.
Pesquisador tenaz das expressões da tradição popular brasileira, o acervo já contabiliza 800 horas de gravações, sendo o segundo mais importante acervo de Música Tradicional do Brasil. A construção deste vasto material levou à criação do selo Mundo Melhor, com registros de vários grupos populares do Brasil inteiro. Somando esse conhecimento musical ao Baixo Acústico, elétrico, samplers, percussão, teclados e programações, surge o DJ TUDO que se manifesta em busca de novas expressões artísticas, desde tradições folclóricas e populares até a música eletrônica, através de toca discos e laptop, criando uma discotecagem ímpar, interligando e sobrepondo música tradicional e contermporânea/eletrônica de forma única.
Desde os anos 90 animava festas na Universidade de Brasília, no ano de 2000, já morando em São Paulo, começou a realizar em Brasília a festa AFROFUTURISMO por sete edições, aos poucos o DJ Tudo foi ficando mais importante como uma forma de divulgar as produções do selo Mundo Melhor de Alfredo Bello, www.selomundomelhor.org e de outros artistas que foram produzidos por Alfredo Bello. Em Junho de 2008 lançou o Cd "GARRAFADA", pelo selo Mundo Melhor, onde tem faixas produzidas em discos de vários artistas como: Junio Barreto, Gero camilo, Luiz Gayotto, Simone Sou, Robertinho Silva, O Grande Barco, remix de Chico Correa e de grupos de Cultura Popular de vários locais do País comos os Índios Pankararu de Pernambuco, Moçambique da Nova Gameleira de BH-MG e Mestre Verdelinho das Alagoas, além de músicas autorais. Desde Julho de 2008 está divulgando o seu CD por várias festas e shows pelo Brasil. Ja passou por Recife, Brasília, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Petrolina, como DJ e com a banda mutante GARRAFADA.Myspace do DJ Tudo
DJ Tudo - Garrafada (2008)

1. Abertura
2. Nossa África
3. Baião de Viola/ É o dedo (com Solymar Cunha)
4. Hilaria (com Luiz Gayotto e Simone Sou)
5. Batucajé (com grupo Batucajé)
6. Rap do Rosário (com a Guarda de Moçamboque da Nova Gameleira)
7. Se ver que vai (com Junio Barreto)
8. Por um Mundo Melhor
9. Verdelinho das Alagoas (com O Grande Barco)
10. Mangangá (com Chico Correa & Eletronic band e Marcelo Monteiro)
11. Em cima daquela serra (com Lourdes de Anora e índios Pankararu)
12. Caniço pensante (com Thera Blue)
13. Desabarágua (com Gero Camilo)
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Fela Kuti, o Presidente do Afrobeat!
Fela Kuti nasceu em Abeokuta, no estado de Ogun, na Nigéria em uma familía de classe média. Sua mãe, Funmilayo Ransome-Kuti , a primeira mulher nigeriana a dirigir um automóvel, foi uma feminista atuante no movimento anticolonial, e seu pai, Reverendo Israel Oludotun Ransome-Kuti , um pastor protestante e diretor de escola, foi o primeiro presidente da União Nigeriana de Professores.Ele mudou-se para Londres em 1958 com a intenção de estudar medicina, mas acabou decidindo ir estudar música no Trinity College of Music. Lá, ele formou a banda Koola Lobitos, tocando um estilo de música que chamaria posteriormente de Afrobeat.O som era uma mistura do jazz americano, com o rock psicodélico e o highlife da África Ocidental.
Fela e sua banda, renomeada para "Africa '70" retornaram para a Nigéria. Ele então formou a República Kalakuta, uma comuna, um estúdio de gravação e uma casa para muitos conectados à banda a qual mais tarde ele declarou independente do Estado da Nigéria. Fela montou uma boate no Empire Hotel, chamado de
Afro-Spot e depois Afrika Shrine, onde ele cantava regularmente. Fela também mudou o seu nome do meio para "Anikulapo" (que significa "aquele que carrega a morte no bolso"), declarando que o seu nome do meio original, Ransome, era um nome de escravo. As gravações continuaram e a música se tornou mais motivada politicamente. A música de Fela se tornou bastante popular entre os cidadãos nigerianos e africanos em geral.À medida que a música de Fela tinha se tornado popular na Nigéria e em todo lugar, ela também era bastante impopular entre o governo no poder e ataques à República Kalakuta eram freqüentes.Em 1977 Fela e a Afrika 70 lançaram o sucesso Zombie, um ataque mordaz aos soldados nigerianos, usando a metáfora "zumbi" para descrever os métodos das forças armadas nigerianas. O álbum foi um sucesso esmagador entre o público e enfureceu o governo, dando início a um cruel ataque à República Kalakuta, durante o qual mil soldados atacaram a comuna. Fela foi severamente espancado, e sua mãe idosa foi arremessada de uma janela, causando ferimentos fatais. A República Kalakuta foi incendiada e o estúdio, instrumentos e gravações originais de Fela foram destruídos.
Fela afirmou que teria sido morto se não fosse pela intervenção de um oficial comandante quando estava sendo espancado. A resposta de Fela ao ataque foi enviar o caixão de sua mãe para o quartel principal em Lagos e escrever duas canções, "Coffin for Head of State" e "Unknown Soldier", referindo-se ao inquérito oficial que afirmou que a comuna foi destruída por um soldado desconhecido.Em 3 de agosto de 1997 Olikoye Ransome-Kuti, irmão de Fela,um já proeminente ativista contra a AIDS e anterior Ministro da Saúde, surpreendeu a nação anunciando a morte de seu irmão mais novo um dia antes de sarcoma de kaposi causado por AIDS. (O irmão mais novo deles, Beki, estava preso no momento pelas mãos de Abacha por atividade política). Mais de um milhão de pessoas compareceram ao funeral de Fela no local do antigo recinto da Shrine. Uma nova Africa Shrine foi aberta depois da morte de Fela em uma diferente seção de Lagos sob a supervisão do seu filho Femi Kuti.
Fela Kuti & África 70 - Roforofo Fight / Go Slow (1972)

01.Roforofo flight
02.Go slow
03.Question jam answer
04.Trouble sleep yanga wake am
05.Shenshema
06.Aryia
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domingo, 12 de abril de 2009
Orchestra Super Mazembe: A alegria africana em forma de música!
Conhecidos como os "Gigantes do Leste da África", a Super Mazembe foi uma big band keniana que esteve ativa da metade dos anos 70 até meados dos anos 80.A Super Mazembe nasceu das cinzas da Super Vox, outra big band nascida no Zaire (atual Congo).Em 1974 eles mudaram para Nairobi, quando fizeram a troca do nome da banda.Encerraram suas atividades em 1985, tendo tido várias formações durante esse tempo.A banda lançou 5 discos e teve algumas coletâneas distribuidas ao redor do mundo.A banda obteve relativo sucesso,estando sempre em excursão por países vizinhos.O ápice dessde sucesso foi o disco "Kaivaska", lançado em 1982 pelo selo americano Virgin Records.É quase impossível descrever a beleza desse disco em poucas linhas.As harmonias vocais produzidas por esses africanos são de chorar de tão bonitas.(Fãs daquelas músicas típicas que aparecem na trilha sonora do filme O Rei Leão vão gostar muito!).O ritmo tocado por eles se chama "Soukous",é uma espécie de rumba africana,som típico do Congo, e predominante do leste africano.É isso, baixem e divirtam-se com essa pérola do universo musical africano!
Orchestra Super Mazembe - Kaivaska (1982)
1. Mbanda Ya Mobange
2. Kasongo
3. Jiji
4. Nanga
5. Bamama
6. Samba
7. Maloba D' Amour *
8. Mokano
9. Mwana Nyau
* (adaptação de música de Buddy Holly)
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sábado, 11 de abril de 2009
Seun Kuti: O filho do homem!

O peso que Seun Kuti (Oluseun Anikulapo Kuti),nigeriano de 27 anos, carrega nas costas não é brincadeira! O cara é filho do lendário rei do afrobeat, Fela Kuti.Seun é o filho mais novo de Fela, e além de todo o seu legado musical herdou também sua big band, a Egypt 80.Digo sem medo de errar que Seun não envergonha o pai, como muitos filhos de famosos fizeram e vem fazendo por aí.O cara manda muito bem!"Many Things",seu disco de estréia, lançado ano passado, é uma pedreira que poderia estar facilmente na discografia do pai.Os sons que vem do disco mostram que a Nigéria de hoje é bem parecida com a vista por Fela nos anos 70, a desigualdade social cantada nas letras de African Problems continua a mesma.Podem baixar sem medo, porque esse disco é sensacional.Difícil é permanecer parado ao ouvi-lo.Você vai viciar em Afrobeat,eu garanto!
Para saber mais sobre Seun:
Myspace
The Shrine
Seun Kuti - Many Things (2008)
1. Think Africa2. Don't give that shit to me
3. Many things
4. Fire dance
5. Mosquito song
6. Na oil
7. African problems
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(Esse link veio dos amigos do Eu Ovo)
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"Cansei da frase polida / por anjos da cara pálida (...) / agora eu quero a pedrada / chuva de pedras palavras / distribuindo pauladas."Paulo Leminski